24 mar

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Olá, pessoal. Quando falamos de madeira temos que ter bastante cuidado porque os instrumentos musicais são “organismos” bastante complexos e isso pode gerar algumas confusões ou conclusões precipitadas.

 

 

Só para exemplificar, imagine que você esteja escolhendo 3 modelos de guitarra e todas com o mesmo tipo de matéria-prima no corpo. A pergunta é: você acha que elas irão ter a mesma sonoridade? A resposta é: não, necessariamente. Vai depender dos captadores, da largura do corpo, da junção do corpo com o braço, da combinação entre as madeiras, do “hardware” (partes metálicas: ponte, trastes, tarraxas…) e da parte eletrônica (pick-ups, instalação elétrica, circuitos e conexões).

 

 

Porém, não podemos negar que a madeira é um componente importante, principalmente, nos instrumentos que tem sua sonoridade gerada acusticamente pela caixa de ressonância, como é o caso dos violões. Então, vamos lá! Vou passar algumas informações sobre as mais utilizadas no mercado para que você tire de vez suas dúvidas.

 

 

Espruce (Spruce):

Spruce

 

Embora com textura diferente do Maple, é a vencedora de todos os tempos para o tampo de violões “flat top” (tampo plano). Espruce é leve e tem veio apertado. Isto faz com que a madeira, quando corretamente cortada, vibre de maneira muito semelhante a um cone de alto-falante. Melhor ainda, com o passar dos anos, a seiva escondida nos veios seca gradualmente e cristaliza-se, acentuando ainda mais o brilho e a qualidade de ressonância da madeira.

 

Jacarandá (Rosewood): 

Rosewood

 

Esta madeira, principalmente o Jacarandá Brasileiro, tem-se tornado o padrão de qualidade máximo para fundos e laterais dos violões acústicos. Densa e de aparência maravilhosa, ela proporciona um grave cheio, com ótima resposta em tons agudos e um distinto médio “quase piano” ao timbre. Em alguns instrumentos “sólidos”, tem algumas limitações que precisam ser consideradas.

 

Por exemplo, no corpo das guitarras ficam muito pesadas e com o timbre demasiadamente brilhante. Além disso, por ser uma madeira rara é bastante cara também.

 

Mogno (Mahogany): 

Mahogany

O mogno tornou-se popular para violões pela sua beleza e pela qualidade sonora. Proporciona um timbre mais “sala de estar” ao violão. Em outras palavras, o som é estridente, e não brilhante. Tem uma sonoridade “potente” e frequências bem equilibradas, características que agradaram os Beatles, em suas primeiras gravações. Indo mais longe, pode-se construir uma guitarra inteira somente com mogno. Em instrumentos “elétricos” é marcado pelo som morno, repleto de frequências, de baixas à médias.

 

Maple:

Maple

 

O principal uso desta madeira é na construção de braços e também na “capa” em guitarras elétricas. O Maple é extremamente denso e duro, ao mesmo tempo que é ideal para suportar o stress da tensão das cordas. Pode ser também utilizado em fundo ou laterais de violões, mas não com tanta frequência como jacarandá ou mogno.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado!

 

17 mar

 

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Hoje no Blog da Michael explicaremos a diferença entre harmônicos naturais e artificiais usando como parâmetro o  violão.  Para quem não conhece, os harmônicos são sons “escondidos” gerados por apoio leve nas cordas sobre os trastes.

 

O harmônico natural é o mais simples a ser executado. Ele consiste em tocar uma corda solta e logo depois encostar o dedo levemente em uma determinada corda próxima ao traste da guitarra, violão, entre outros instrumentos de corda. Para a tocabilidade correta, não faça pressão sobre o traste. Apenas encoste o dedo de leve e logo em seguida, retire. Faça os harmônicos nas cordas G, D e A, pois elas têm mais vibração

Você também pode excutá-los com facilidade na quinta casa e na sétima. Além dessas, pode fazê-lo na oitava acima da escala, na 17ª, 19ª e 24ª casas.

 

Alguns músicos, executam apenas com a mão direita, sem tocar a corda solta, porém, está técnica só é feita em determinadas casas.

 

Já o Harmônico artificial é feito com a corda presa, sendo executado apenas com a mão direita. Para aplicá-lo, coloque a ponta do indicador na altura do traste, e depois utilize qualquer um dos outros dedos da mão direita (polegar, médio, anular ou mindinho) para vibrar a corda. Pode ser feito com paleta também.

15 mar

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10 mar

EXPOMUSIC 2 e 3 DIA 0270

 

Olá, pessoal. No dia dos guitarristas o blog da Michael vai apresentar a lista do 50 solos de guitarra mais famosos do mundo.  Quem organizou a  listagem foi o portal da revista britânca NME, em 2012. O vencedor foi o solo de “Sweet Child O’Mine” dos Guns N´Roses.  E pra você, quem poderia sair e entrar nesta lista?  Confira abaixo o resultado completo:

 

 

01.  GUNS N´ROSES – “Sweet Child O’Mine”
02.  LED ZEPPELIN- “Stairway To Heaven”
03.  JIMI HENDRIX – “All Along Watchtower”
04. RAGE AGAINST THE MACHINE – “Killing In The Name”
05. MUSE – “Knights of Cydonia”
06. NIRVANA – “Smells Like Teen Spirit”
07. RADIOHEAD – “The Bends”
08. CHUCK BERRY – “Johnny B. Goode”
09. RADIOHEAD – “Paranoid Android”
10. PINK FLOID- “Shine On You Crazy Diamond”
11. DEEP PURPLE – “Highway Star”
12. NEIL YOUNG – “Hey Hey My My”
13. THE ROLLING STONES – “Sympathy For The Devil”
14. OASIS – “Live Forever”
15. LED ZEPPELIN – “Communication Breakdown”
16. THE EAGLES – “Hotel California”
17. MICHAEL JACKSON – “Beat It”
18. QUEEN – “Bohemian Rhapsody”
19. MUSE – “Stockholm Syndrome”
20. STONE ROSES – “I Am The Ressurrection”
21. RADIOHEAD – “Just”
22. GUNS N´ROSES – “November Rain”
23. THE STROKES – “Reptilia”
24. THIN LIZZY – “The Boys Are Back In Town”
25. LED ZEPPELIN- “Since I’ve Been Loving You”
26. LYNYRD SKYNYRD – “Free Bird”
27. THE BEATLES – “While My Guitar Gently Weeps”
28. THE STROKES – “Last Night”
29. VAN HALEN – “Eruption”
30. THE ROLLING STONES – “Sway”
31. THE LIBERTINES – ”Time For Heroes”
32. CREAM – “Crossroads”
33. TELEVISION – “Venus”
34. AC/DC – “Let There Be Rock”
35. SANTANA – “Soul Sacrifice”
36. PRINCE – “Purple Rain”
37. JOAN JETT AND THE BLACKHEARTS – “I Love Rock N Roll”
38. BLUR – “Coffee And TV”
39. BAD BRAINS – “Banned In DC”
40. THIN LIZZY – “Roisin Dubh (Black Rose)”
41. SMASHING PUMPKINS – “Soma”
42. DINOSAUR JR – “Get Me”
43. ELECTRIC PRUNES – “Holy Are You”
44. MANIC STREET PREACHERS – “La Tristesse Durera”
45. PRINCE – “I Could Never Take The Place Of Your Man”
46. THE WHITE STRIPES – “Ball And Biscuit”
47. RAGE AGAINST THE MACHINE – “Bulls On Parade”
48. SUEDE – “Animal Nitrate”
49. KANSAS – “Carry On My Wayward Son”
50. BABE RUTH – “The Mexican”

02 mar

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Olá, pessoal! Neste post vamos tirar dúvidas sobre a questão dos calibres dos encordoamentos para a guitarra. Este é um assunto muito importante porque as cordas muitas vezes são colocadas em “segundo plano”, mas são fundamentais para o timbre, afinação e até mesmo para a “pegada” do guitarrista.

 

Primeiro, vamos explicar como funciona a lógica da numeração do calibre. Quando falamos de .009, .010, .011 e .012 estamos nos referindo à 1ª corda, a mais aguda, a mizinha. Já a 2ª referência, .042, .046, .050 e .052, trata-se do calibre da mizona, 6ª corda, a mais grossa.

 

Então, o princípio é fácil.  Em um jogo de cordas  .009 – .042, temos a numeração das cordas das extremidades, mizinha e mizona, nesta ordem.

 

É importante lembrar também que no mercado existem cordas híbridas, que misturam por exemplo, .009 com .010, entre outras. Porém, as mais comuns são:

 

Extra-light = .008 – .038

Light  = .009 – .042

Custom light = .009 – .046

Regular  = .010 – .046

Reg.-medium = .010 – .052

Medium = .011 – .052

Jazz hard = .012 – .056

 

Agora vou explicar as características de cada tipo de encordoamento.

 

.008 = Extremamente leve, são recomendáveis apenas para aqueles que não tocam com muita força. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado pela maioria de guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de digitação e de execução de técnicas. A desvantagem é que acaba gerando um som de guitarra mais fraco e “magrinho”, com pouca projeção de som.

 

.009 = Possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável e tocabilidade fácil, porém, arrebentam com facilidade.

 

.010 = Para muitos guitarristas são as melhores cordas. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes. Os bends ainda continuam fáceis, e cordas novas, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte e braço), mantêm a afinação estável e dificilmente arrebentam.

 

.011 = Pesadas. Dificilmente encontradas numa guitarra com ponte flutuante (a ponte possivelmente vai ficar inclinada). O som é muito bom, com estabilidade de afinação e boa projeção de som, indicadas principalmente para os modelos Strato e LP. Nas guitarras semiacústicas são excelente escolha para quem toca jazz e R&B.

 

.012 = Muito pesada, dura e de difícil aplicação de técnicas, como os bends. Dependendo do tipo de guitarra pode até mesmo prejudicar/empenar o braço do instrumento devido à tensão gerada. Os encordoamentos .012 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso e mais “gordo”, como os das semiacústicas.

 

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Então é isso, pessoal. Até semana a próxima!

24 fev

 

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As marchinhas de carnaval, como conhecemos hoje, tem origem no final do século XIX e foram baseados na cadência da marcha portuguesa. Ao ritmo foram acrescentados instrumentos como o saxofone e trompete, inspirados nas bandas de jazz americanas.

 

Em 1889, surge a primeira canção reconhecida como uma marcha de Carnaval. “Abre Alas”, um dos clássicos deste período, foi composta por Chiquinha Gonzaga, pianista e regente, para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro

 

Porém, o período áureo deste estilo musical foi entre 1920 a 1960. Novas canções surgiram, mas os sucessos antigos não foram esquecidos, aumentando ainda mais o repertório das festas pelo país.

 

As temáticas das marchinhas são bastante diversas, sendo o espelho da própria sociedade brasileira. Debochadas, maliciosas e divertidas, muitas canções abordam questões políticas, além de costumes e fatos históricos do país. É comum também frases de duplo sentido, sem espaço para o politicamente correto.

 

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Muitos compositores se destacam neste gênero. Podemos citar nomes como  Braguinha, Lamartine Babo, João Roberto Kelly, Roberto Roberti, Manoel Ferreira, Ruth Amaral, Haroldo Lobo e muitos outros.

 

Conheça algumas das principais marchinhas:

 

1. Abre alas

“Ô abre alas que eu quero passar!”  Criada por Chiquinha Gonzaga

 

2. Mamãe eu quero

“Mamãe eu quero, mamãe eu quero… mamãe eu quero mamar! Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta pro bebê não chorar” Criada por Jararaca e Vicente Paiva, regravada por Carmem Miranda.

 

3. Aurora

“Ôôôô, Aurora… Veja só que bom que era… Ôôôô, Aurora!”  Criado por Mario Lago

 

4. Me dá um dinheiro ai

“Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí!”  Criada pelo Trio: Ivan, Homero e Glauco Ferreira e gravada por Moacir Franco.

 

5. Cabeleira do Zezé

“Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é?”  Criada por João Roberto Kelly

 

6. A  pipa do vovô

“A pipa do vovô não sobe mais, a pipa do vovô não sobe mais!” Canção original de Manoel Ferreira e Ruth Amaral

 

22 fev

 

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Hoje iremos das dicas de como cuidar do seu instrumento!

 

1 - Evite usar produtos abrasivos e/ou solventes. Caso não tenha o material adequado, use um pano seco ou um pano levemente umedecido. É aconselhado limpar totalmente o instrumento ao trocar o encordoamento, pois fica mais prático fazer a limpeza.

 

2 – Ao terminar de tocar utilize um pano seco sobre as cordas, retirando qualquer resíduo de suor ou sujeira. Isso irá aumentar a vida útil do encordoamento, evitando o enferrujamento. Além disso, manter as cordas limpas e novas irá valorizar e muito o som do instrumento!

 

3 - Nunca deixe seu instrumento musical em qualquer local ou guardado de maneira imprópria.  De preferência guarde-o em um case ou em uma capa, toda vez que terminar de tocar. Caso você seja um músico que toque todos os dias, é bom ter um apoio próprio para o seu instrumento. Caso não tenha um suporte, deixe o instrumento de cordas para baixo em uma superfície lisa, ou se for encostado em uma parede, deixe-o com as cordas viradas para a parede.

 

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4 – Jamais deixe seu instrumento no sol ou em ambientes de alta temperatura. O calor pode empenar o braço dele. Evite também a exposição em locais úmidos, pois poderá afetar as partes elétricas do instrumento e as cordas, além de comprometer a afinação.

15 fev

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Olá, pessoal. Hoje, aqui no Blog, vamos dar dicas de como utilizar o breu corretamente no arco do violino.

 

O primeiro passo é apertar o arco até o ponto em que a crina não toque a madeira. Depois disso, passe-o sobre o breu fazendo movimento suaves. Lembrando que é o arco que deve ser passado sobre breu e não o breu sobre ele. Durante o processo, vire o breu constantemente para que a crina não passe somente em um só local, formando um “caminho”, diminuindo a vida útil.

 

É importante também ficar atento as partes do arco. O recomendado é passar primeiro a ponta, em seguida o talão e por último o meio. Sobre a questão da quantidade a ser usada, não existe um padrão. No entanto, o excesso pode produzir um som mais “arranhado”. Além disso, recomenda-se passar no arco 1x por semana.

 

Outra dica é, não misture várias marcas de breu para não prejudicar a qualidade do arco.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado do post. Até a próxima

 

08 fev

Olá, pessoal. Hoje falaremos de captação, mas vamos tratar exclusivamente dos modelos para violão.

 

É importante salientar que não existem tantas variedades para captadores para violões. Diferente das guitarras, que cada modelo tem um objetivo de incrementar o timbre, os de violão buscam produzir de maneira fiel a sonoridade acústica, ou seja, quanto mais fiel, melhor. Então vamos conhecer os tipos:

 

Captação pela boca

 

Existe um tipo de captação que é a mais simples e de fácil instalação, o captador de boca, também conhecido como “Soundhole”, Ele é um modelo magnético que capta a vibração das cordas, pegando o som puro vindo do encordoamento.

 

Pensando no resultado sonoro, eles acabam deixando a sonoridade muito metalizada, até de certa maneira parecido com a guitarra. Isso acontece porque não reproduzem a sonoridade da caixa-acústica. São mais indicados para violões com cordas de aço, não sendo muito funcionais para os modelos nylon.

 

Sua vantagem é o baixo-custo, e podem ser úteis em momento informais, como reuniões familiares, encontro com os amigos, etc…

 

 

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Captação de contato

 

Outro modelo muito conhecido é o captador de contato, que capta a sonoridade diretamente do tampo do violão. A instalação não é complexa. Possui um material adesivo que permite a rápida colagem, que deve ser próxima ao cavalete ou boca.

 

Sua sonoridade é bastante fiel ao timbre acústico e pode ser usado em ambos os modelos, aço ou nylon. É uma ótima solução “emergencial” para quem deseja captação para violões acústicos. Sua desvantagem é uma geração maior de retorno, deixando o sinal mais indócil.

 

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Captação de rastilho

 

Chegamos finalmente na captação de rastilho, que pode ser considerada a mais completa entre estas opções. Este modelo trata-se de uma peça que fica embaixo do rastilho e capta uma vibração mais completa do instrumento.

 

Existem dois modelos, um sistema que captura o som de todas as cordas juntas e outro corda a corda, ambos funcionando por meio de bateria.

 

Muitos violões trazem ainda equalizador embutido na lateral do corpo, permitindo que o violonista equalize as frequências do sinal produzido pelo captador.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado da dica. Caso tenham sugestões é só mandarem para gente! Um grande abraço.

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25 jan

A escolha de um encordoamento correto é muito importante não somente pela qualidade sonora e tocabilidade, mas também pela conservação do instrumento. Em outro post, falamos sobe qual a importância de manter seu violão com as cordas indicadas para ele, hoje daremos dicas sobre encordoamento em aço.

Corda de aço para violão

Corda de aço para violão

 

Vamos lá. Primeiro é importante entender que os encordoamentos para violões “aço” são construídos com 2 tipos de materiais bronze ou fósforo/bronze. No geral, as cordas de bronze 80/20 têm um som com mais brilhante, mais ácido. Já as cordas de fósforo/bronze oferecem um som mais suave. Então o ideal é ir testando, até encontrar seu timbre preferido.

 

Quando pensamos no calibre, as diferentes espessuras interferem diretamente na sonoridade. Quanto mais grosso, mais o som será encorpado, cheio. Já calibre mais fino, valoriza mais o conforto e deixa o som mais médio. Se você estiver começando a tocar, uma dica é usar a 0.10, pois exige menos força.

 

Já quando o tema é durabilidade, tudo depende do tempo de uso e a maneira como você trata seu violão. Nesta vida tudo oxida, inclusive suas cordas. Se você é um cara cuidadoso, que ao terminar de tocar passa a flanela nas cordas para retirar a umidade e a sujeira, a tendência é que elas durem até 4 meses. Mas o ideal é sempre trocar periodicamente para deixar também seu “som” em dia.

 

Outro ponto importante é que a troca de um calibre afeta a regulagem do tensor. Por exemplo, se o seu violão está regulado para .010 e você coloca .012, será necessário regulagem para não correr o risco de empenar o braço. Fique sempre atento!

F.Gênia