24 nov

Adriano  - Live

Olá, pessoal. Nesta terça-feira(24/11), às 14h, Adriano Campagnani, Artista Michael, irá participar de uma live no Facebook da Michael para falar de contrabaixo na música mineira. Além de falar das influências, processos de criação, técnica e aplicação musical, o Artista irá tocar faixas do seu novo disco: Instrumental da Esquinas, que teve contribuição de grandes músicos como, André Campagnani, Claudio Faria,  Augusto Rennó, Amauri Angelo e Léo Pires, além dos magistrais Flavio Venturini, Lo Borges, Toninho Horta, Wilson Sideral e Serginho Carvalho. Não perca!

 

 

03 nov

Neste vídeo abaixo, Vitor Vieira, Artista Michael, mostra a maneira correta de realizar o baqueteamento na bateria. Ele passa exercícios básicos e dá dicas importantes para o baterista executar a técnica corretamente. Confira!

 

18 out

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A Michael  participou em outubro da Expomusic 2017, maior feira de instrumentos musicais da América Latina!  A feira foi realizada entre os dias 04 e 08/10, no Anhembi, em São Paulo, espaço consagrado por realizar grandes shows nacionais e internacionais.

 

Para a marca foi uma grande oportunidade de realizar negócios, apresentar os lançamentos, rever os lojistas e estar em contato com os músicos.

 

A empresa preparou um stand bem bonito, com uma estrutura moderna, que valorizou bastante a interação. Os visitantes puderam ver de perto a versátil linha de instrumentos, que esteve toda setorizada, pronta para ser testada durante a feira.

 

Um dos destaques da marca foi o Palco Michael, local da apresentação dos Artistas. Os visitantes puderam assistir apresentações musicais variadas e ver de perto os instrumentos da marca em ação. Adriano Campagnani, Alex Curi, André Neiva, Cláudio Infante, Débora Ildêncio, Diego Sanches, Dino Rangel, Flávio Emanuel, Inácio Cavallieri, Luana Camarah, Luiz Cunha, Marcelo Costa, Kevin Emmanuel, Ricardo Cordeiro e Vitor Vieira mostraram grande desenvoltura e musicalidade, sendo bastante elogiados. Os estreantes do Palco Michael, Eros Biondini, Fabinho Gonçalves, Eugênio Lima, Wilson Lopes, Polly Angel e Tony Allysson também foram ovacionados!

 

Vale ressaltar também a réplica gigante de uma guitarra de metal, criada especialmente para o stand da Michael, que chamou a atenção do público! Feita pelo artista Rodrigo Gallo, o instrumento criado com materiais reciclados possuía 3 metros de altura e tinha quase 90kg.

 

 

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22 set

O desenho da escala pentatônica funciona como desenho de acordes. Por exemplo, você não sabe fazer dois tipos de Sol Maior? Um acorde com pestana na terceira casa e o outro acorde na segunda casa?

 

Fazendo uma analogia fácil, seriam dois desenhos para representar a mesma coisa. A grosso modo a escala pentatônica funciona também como um desenho, porém, ele se mantém o mesmo, só varia a posição do braço no violão pela referência da nota tônica que você escolher.

 

 Nesta dica de hoje, a escala pentatônica que iremos ensinar tem duas notas por corda e vamos chamar parte do desenho de pequeno (Duas notas a um tom de distância) e outra de grande (Duas notas a um tom e ½ de distância), somando eles a partir de uma nota principal, no caso a Dó,  temos a escala pentatônica em Dó. Observe o desenho

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Vamos subdividi-lo para ficar fácil de entender:

Desenho pequeno: Duas notas a um tom de distância

Desenho grande:  Duas notas a um tom e ½ de distância

desenho
Identificando a tônica: A nota verde do desenho inteiro é a principal e é a partir dela que eu defino o tom. Como escolhemos a escala pentatônica em C, a terceira nota na quinta corda é a referência. Caso queira mudar para outro tom, basta deslizar o braço identificar a nota principal e repetir o mesmo desenho.

pentatonicado
Vamos praticar? Para facilitar o exercício, lembre-se cada dedo deve tomar contar de cada traste.

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Assim, só utilizaremos o indicador, o segundo dedo e o mindinho.

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Vamos passar por toda as notas indicadas, do mais grave para o mais agudo e depois voltar. Seguindo a sequência: Pequeno/Pequeno/Grande/Grande/Pequeno/Pequeno/ domaisgravepromaisagudo

Para completar o exercício, recomece do mais grave para o mais agudo terminando na nota tônica.

finalizar
 

Então é isso, vá identificando as tônicas e fazendo este exercício. Só lembre de respeitar os intervalos das casas na hora de fazer o desenho em todo o braço.

 

 

 

 

25 ago

 

violãoharmonico

 

Hoje no Blog da Michael explicaremos a diferença entre harmônicos naturais e artificiais usando como parâmetro o  violão.  Para quem não conhece, os harmônicos são sons “escondidos” gerados por apoio leve nas cordas sobre os trastes.

 

O harmônico natural é o mais simples a ser executado. Ele consiste em tocar uma corda solta e logo depois encostar o dedo levemente em uma determinada corda próxima ao traste da guitarra, violão, entre outros instrumentos de corda. Para a tocabilidade correta, não faça pressão sobre o traste. Apenas encoste o dedo de leve e logo em seguida, retire. Faça os harmônicos nas cordas G, D e A, pois elas têm mais vibração

Você também pode excutá-los com facilidade na quinta casa e na sétima. Além dessas, pode fazê-lo na oitava acima da escala, na 17ª, 19ª e 24ª casas.

 

Alguns músicos, executam apenas com a mão direita, sem tocar a corda solta, porém, está técnica só é feita em determinadas casas.

 

Já o Harmônico artificial é feito com a corda presa, sendo executado apenas com a mão direita. Para aplicá-lo, coloque a ponta do indicador na altura do traste, e depois utilize qualquer um dos outros dedos da mão direita (polegar, médio, anular ou mindinho) para vibrar a corda. Pode ser feito com paleta também.

11 ago

Musicalização

 

A música é um elemento fundamental nesta primeira etapa do sistema educativo. As crianças começam a se expressar de uma forma diferente, sendo capazes de se integrar ativamente na sociedade. As canções as ajudam nas atividades habituais, fazendo com quem tomem cuidado consigo e com o meio, além de ampliar as interações.

 

A criança que vive em contato com a música aprende a conviver melhor com as outras, estabelecendo uma comunicação mais harmoniosa. Nesta idade, a música as encanta, dá-lhes segurança emocional, confiança e permitem com que sejam compreendidas.

 

Na etapa de alfabetização, a criança é ainda mais estimulada pela música. As canções infantis, com suas sílabas rimadas e repetitivas,  permitem com que elas entendam o significado de cada palavra. Assim, a alfabetização torna-se mais rápida.

 

Além de apenas escutar música, tocar algum instrumento também traz muitos benefícios ao público infantil, principalmente, na questão da concentração, disciplina, raciocínio e criatividade.

 

Um dos instrumentos que ajuda na musicalização das crianças é o violão. A Michael oferece ao mercado a linha Antares, ótima opção para as crianças aprenderem música com qualidade e desenvolverem toda sua capacidade motora. Os violões VM10E, VM14E e VM16E são modelos acústicos confortáveis, de excelente padrão de construção, que oferecem sonoridade expressiva e ótima tocabilidade, sendo ótimas opções para as crianças de 3 a 12 anos.

 

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Sobre o poder da música:

– Melhora da coordenação motora

– Estimula a sensibilidade e a criatividade

– Ajuda na comunicação

– Aumento da autoestima

– Aprendizagem do alfabeto

 

Fonte: https://br.guiainfantil.com/educacion-musical/140-os-beneficios-da-musica-para-as-criancas.html

28 jul

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Como são formados os acordes? Obra do além? Seriam filhos de algum cidadão perdido no tempo e espaço que cismou colocar os dedos em qualquer lugar dizendo, como em um passe de mágica: “pronto, mundo! Eis aqui um acorde”. Acho que não, ein?

 

Hoje, vamos ensinar como eles são construídos, usando o exemplo de um acorde maior, para ficar fácil de entender! Então aprenda ou fique nesse aí de ficar olhando revistinha apertando os dedos, sem procurar saber que tocar violão é um exercício lógico.

 

Vamos aprender primeiro o “segredo do universo” chamado de Tríade! Ela é a referência primaria para entender tudo. Os acordes são montados a partir da 1ª, 3ª e 5ª nota a partir da fundamental, (fundamental é a nota, mais importante do acorde, a que dá nome para o acorde), ou seja, 3 notas. Vejamos o exemplo, usando referência um violão:

 

Vamos fazer o acorde: Lá Maior (Depois é só usar este raciocínio para todos os acordes).

-Começamos identificando a nota Lá, quinta corda solta, que no caso é a nota fundamental do acorde. Seguindo a escala, pulamos a segunda nota, o Si, e encontramos a terceira, que é o Dó sustenido

 

Então, por enquanto temos duas notas: Lá e Dó# (Dó sustenido)

 

-Continue na escala. Pule a 4ª nota, que é o Ré, e pegue a quinta que é o Mi

 

-Temos então o acorde montado com as notas: Lá, Dó# e Mi.

 

Vamos conferir. O acorde de Lá maior é esse, certo?

la3
-Quinta corda solta é um Lá. (Bordão é a nota mais grave do acorde, neste caso a Tônica, que é da nome para o acorde)

La
-Quarta corda Ré apertada na segunda casa é um Mi, ou seja, nossa quinta nota da escala.

MI
-Terceira corda apertada na segunda casa é um outro Lá (A). Observação, não tem problema, podemos usar um Lá mais grave e agudo.

Lá2
- Faltou quem? O Dó# (dó sustenido). Olha só, a corda 2 apertada na casa dois temos a que estava falando a terceira nota o (Dó#)

dó sustenido

EUREKA! Temos o acorde! Viram, não é feitiçaria!

Assim são formados tantos os acordes Maiores e menores. A única diferença entre eles está na 3ª. Na tríade, o acorde Maior é feito a partir do intervalo de 2 tons. Se usarmos o exemplo da nota fundamental Lá, a 3ª é o Dó#, no acorde maior, já no acorde menor é 1 tom e ½, no caso, a 3ª será o Dó
Espero que tenham gostado, até a próxima.

 

Abraços,
 
Equipe Michael,
  

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21 jul

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Na semana passada, falamos que a unha é a palheta natural do violão. Hoje, vamos abordar as diferentes formas de dedilhado ou arpejo no violão!

 

Na música popular, a maioria deles são feitos em compassos simples de dois, três ou quatro tempos. Neles, os baixos se alternam, sendo divididos em dois grupos de dois em cada compasso.

 

Para dedilhar é importante prestar atenção na postura. A sua palma da mão deve ficar paralela as cordas. Muito cuidado para não jogar o pulso para “fora”, causando dor na articulação. É fundamental também manter os dedos próximos às cordas para garantir agilidade em dedilhados mais rápidos.

 

Vale ressaltar que dedilhar próximo à boca do instrumento é diferente de arpejar próximo ao cavalete. No último caso, a palma da mão sobre este componente, por trás do rastilho, facilita na hora de abafar os bordões, criando uma textura sonora peculiar que surge da mistura da linha rítmica e melódica.

 

No geral, os dedilhados podem ser feitos de duas maneiras:

 

Com dois dedos
O polegar nos bordões da 6ª, 5ª e 4ª cordas, de cima para baixo. O indicador e o médio tocam a melodia nas primas, 3ª, 2ª e 1ª cordas, no geral de baixo para cima.

 

Com três dedos
O polegar ou o dedo anular toca os bordões. O indicador toca a 3ª corda, o médio a 2ª e o anular a 1ª. Em algumas situações, o indicador passa para a 4ª corda, o médio para a 3ª e o anular para a 2ª corda.

 

Confira variados tipos de dedilhados e outras grandes dicas neste vídeo da Artista Michael, Débora Ildêncio.

 

 

07 jul

 

as unhas no violao e na guitarra

 

Temos 3 universos bem específicos para as técnicas de dedilhado, que é a execução com a unha, dedo ou palheta. Cada violonista irá escolhê-las de acordo com o estilo sonoro, velocidade e timbre que quer valorizar. Hoje, no blog da Michael, iremos falar exclusivamente sobre a técnica com a unha.

 

No geral, a técnica de dedilhado com as unhas é mais utilizada no violão erudito. As unhas permitem uma variação incrível de timbres, além de valorizarem bastante a dinâmica do músico. Mas como funciona isso na prática? Os grandes violinistas conseguem tocar variando as técnicas. A combinação das unhas com a polpa do dedos, por exemplo, permite uma gama sonora variada, proporcionando uma sonoridade mais rica.

 

Mas qual o tamanho ideal das unhas? Primeiro é importante entender que quanto mais unha, mais brilhante e preciso sairá o som e quanto mais carne do dedo, mais arredondado, suave e “velado” será o timbre.

 

Na verdade, elas precisam ter um tamanho médio. Unhas curtas demais atrapalham na hora de tocar, pois o violinista é obrigado a virar demais o pulso para atacar as cordas, trazendo pouca definição e precisão. Em contrapartida, unhas grandes demais deixam a sonoridade muito metalizada, e por aumentar a distância entre o dedo e corda, podem fazer com que o violinista perca um pouco do controle dos movimentos.

 

Para definir o tamanho perfeito é bastante fácil. Faça o seguinte: ponha a mão na frente do rosto, com a palma virada. As unhas precisam crescer um pouco acima do tamanho dos dedos. Este é o padrão utilizado pela maioria dos violonistas, apesar de alguns escolherem um tamanho menor ou até maior, como é o casos dos que tocam flamenco.

 

violão
 

 

Fica outra dica. Tão importante quando o tamanho, é saber cuidar bastante destas “palhetas naturais”.  É fundamental que você as lixe, deixando-as arrendondadas. Isso irá aumentar a precisão, além de não marcar o encordoamento.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado das dicas!

30 jun

michael

 

A Michael acaba de lançar os novos violões da Linha Professor, instrumentos indicados à profissionais que buscam alta performance! São 3 modelos, VM90e, VM87E e VM85E, com até duas opções de cor: Natural (NA) e Natural Satin (ST). Encontre opções com tampo, laterais e fundo em madeira sólida, tarraxas com borboletas em Ébano, Nut e Osso em Osso, entre outras matérias-primas nobres! Um dos grandes diferenciais da linha Professor é o cavalete Double Hole Michael, sistema duplo de ancoragem para melhor reverberação das cordas! Confira mais detalhes do VM90E e dos outros violões acústicos da linha neste vídeo produzido no canal da Michael!

 

F.Gênia